quarta-feira, 19 de junho de 2013

Línguas

Sento-me refastelado a comer línguas de gato. Já não me lembrava da última vez que o fiz. Lá fora o vento dança pela abertura das perneiras das minhas ceroulas tresmalhadas. Será amor?

Um elefante deambula sorridente e analmente assado devido ao esfrega de uma noite sem fim, é a felicidade. O âmago de um caranguejo salta fora e presenteia broa de mel num farol apagado. És viado.

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