O Caga Cenouras
terça-feira, 25 de junho de 2013
Temos Banquete
A marmota zurzidora arrotou... Do rebuliço de melaço tinto distinguia-se uma breve leveza de levedura monumental. Cuspirás forte o badalo alheio que encalhou na estridente memória do teu ser. A marmota arrota uma vez mais e limpa os lábios inexistentes com arame farpado.
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Geovacas
O camaleão solitário bateu à porta de Frederico Marsápio. Este abriu a porta num turbilhão de sentimentos rasgados como o pano celeste que afaga o Mundo. Vieram pregar a palavra do pasto na Terra. São as Geovacas.
Um pedaço de ervilha
Aqui à dias entalou-se-me no dente um pedaço de ervilha. Será chuva será gente, gente não é certamente e a ervilha não se entala assim.
Dança de um cocho
O unicórnio sorridente cuspiu e de forma esganiçada rebolou na cama gritando:
"É uma zona random do cérebro só tens de a aceder"
Ela então olhou e revirou os olhos para um copo de àgua cheio de vinho... Era a paz que ali se apresentava
na forma de um morcego desdentado que comia o osso do toucinho.
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Línguas
Sento-me refastelado a comer línguas de gato. Já não me lembrava da última vez que o fiz. Lá fora o vento dança pela abertura das perneiras das minhas ceroulas tresmalhadas. Será amor?
Um elefante deambula sorridente e analmente assado devido ao esfrega de uma noite sem fim, é a felicidade. O âmago de um caranguejo salta fora e presenteia broa de mel num farol apagado. És viado.
Um elefante deambula sorridente e analmente assado devido ao esfrega de uma noite sem fim, é a felicidade. O âmago de um caranguejo salta fora e presenteia broa de mel num farol apagado. És viado.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Possui-me hoje que amanhã não dá jeito
Aqueci-me na panela de ferro
Q'um dia ousei comprar
Saí de casa mandei um berro
Para toda a gente assustar
Á procura do céu estarei
Por um binóculo vou olhar
Ao som de Anjos Ficarei
Muitas estrelas vou apanhar
Possui-me hoje de madrugada
A noite pode ser atribulada
O próximo poema é um minério
O fim disto será mistério
-----------------------------------------------------------------------------------
Ementa do dia:450 gramas de vinho verde castanho, 300 litros de farinha de pó de arroz.
Mistura-se tudo q.b e dá-se de comer aos pássaros.
Q'um dia ousei comprar
Saí de casa mandei um berro
Para toda a gente assustar
Á procura do céu estarei
Por um binóculo vou olhar
Ao som de Anjos Ficarei
Muitas estrelas vou apanhar
Possui-me hoje de madrugada
A noite pode ser atribulada
O próximo poema é um minério
O fim disto será mistério
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Ementa do dia:450 gramas de vinho verde castanho, 300 litros de farinha de pó de arroz.
Mistura-se tudo q.b e dá-se de comer aos pássaros.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Cenouras Camões
Não tens problemas a adormecer,
Tens problemas a acordar.
Tens coisas para fazer
Mas para elas te estás a cagar.
Um poeta um dia disse
Uma frase que eu não sei.
Já os Pink Floyd antes do teacher
Puseram a palavra hey.
Um dia quando morreres
Deste mundo vais partir.
Deixas de ter vontade de malho,
Deixas de ter vontade de te vir.
Tens problemas a acordar.
Tens coisas para fazer
Mas para elas te estás a cagar.
Um poeta um dia disse
Uma frase que eu não sei.
Já os Pink Floyd antes do teacher
Puseram a palavra hey.
Um dia quando morreres
Deste mundo vais partir.
Deixas de ter vontade de malho,
Deixas de ter vontade de te vir.
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